Aprender a viver, a amar e a se despedir são desafios vitais para o equilíbrio interno
Cada um tem suas escolhas, seus aprendizados, sua maneira de ver e viver a vida
Não devemos estacionar no mesmo lugar e nem considerar o outro acima ou abaixo de nós
Os mundos infantil e adulto coabitam no interior de cada pessoa
Quando não construídos, os perdões e seus caminhos emperram os passos da vida
Crenças enraizadas exigem um profundo trabalho interno de detecção e ressignificação
O ser humano se refaz quando resolve olhar para si, para suas dores e aflições
O que eu faço com o que sinto é a capacidade de transcender, de me acolher ou de me encolher
Pode ser ali que as almas encontram seu lugar, seu caminho, seu destino
Relacionamentos precisam ser revistos, modificados ou reconstruídos constantemente
Adultos precisam assumir a responsabilidade de pais presentes enquanto seus filhos são crianças
O que era regra para as gerações anteriores, deixa de ser hoje, e exige paciência e compreensão