Por muitos anos, empresas de diferentes segmentos se acostumaram a tomar decisões baseadas em “experiência de mercado”, “sensação” ou “feeling” de gestores. A nova liderança toma decisões orientadas por dados — e agora, com apoio da inteligência artificial (IA), consegue antecipar riscos, prever demandas e agir com precisão operacional.
A diferença entre crescer e sobreviver está na capacidade de transformar dados em inteligência e inteligência em resultado. E isso vale para qualquer área: prevenção de perdas, logística, vendas, marketing, supply chain, atendimento, finanças ou operações.
Muitas perdas operacionais não aparecem na DRE (Demonstração do Resultado do Exercício), com nome e sobrenome, mas corroem a margem do negócio diariamente. E aí, o resultado é sempre o mesmo: perda de eficiência, queda de rentabilidade e desperdício de recursos. Trocando em miúdos, é prejuízo na certa!
Hoje, a evolução não está apenas na análise de dados, mas na capacidade de prever cenários. É aqui que entra a inteligência artificial. É necessário aplicar IA para transformar operações, eliminando gargalos e elevando a performance sem aumentar custos.
Muitas empresas varejistas já entenderam o recado. Segundo o 6º Relatório Connected Shoppers Report, da Salesforce, 73% dos varejistas no Brasil planejavam aumentar seus investimentos em inteligência artificial (IA) em 2025. Mas por que apostar na IA?
Com a IA é possível analisar comportamentos operacionais e identificar riscos de produtividade ou perda. Plataformas inteligentes ajudam empresas a reduzir retrabalho e perdas com automação inteligente, padronizar decisões operacionais com base em modelos preditivos, aumentar eficiência e diminuir falhas humanas, monitorar performance em tempo real com insights acionáveis.
Assim, é certo afirmar que decisões baseadas em achismo ficaram no passado. O futuro — e o presente — pertence a empresas que usam dados e inteligência artificial para construir estratégias sustentáveis a médio e longo prazos. A eficiência, definitivamente, deixou de ser diferencial e virou obrigação para qualquer empresa.
Afinal, com IA aplicada à operação, empresas deixam de reagir a problemas e passam a antecipá-los. Deixam de perder dinheiro sem perceber e começam a operar com máxima eficiência.
A inteligência artificial não é simplesmente uma revolução tecnológica — é uma evolução lógica. E quem não acompanhar ficará para trás. Está esperando o quê? Faça parte dessa corrida agora.
Thiago Artacho é CEO da Green Tech Solutions, empresa especializada em soluções de segurança, inteligência, organização e design de varejo.