Caxias do Sul 28/11/2020

Braços de inovação da Marcopolo são inaugurados junto ao TecnoUCS

Objetivo é atuar em conjunto com a Universidade de Caxias do Sul em projetos de pesquisa e desenvolvimento
Produzido por redação, 18/11/2020 às 10:43:24
Braços de inovação da Marcopolo são inaugurados junto ao TecnoUCS
Unidades ocupam espaço de 260 metros quadrados onde funcionava o restaurante Ícaro
Foto: Giovani Boff

A união entre empresas, universidades e startups é crucial para fomentar o ecossistema de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Com essa premissa em mente, as unidades de inovação da Marcopolo, chamadas de Next e Marco Zero, passam a operar nesta semana no Bloco 59 da Universidade de Caxias do Sul (UCS), atuando em conjunto com o Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação da instituição.

A inauguração da área física da Marcopolo Next (divisão de novos negócios) e da Marco Zero (unidade de investimentos corporativos em empreendimentos iniciantes) ocorreu na segunda, 16 de novembro, no Bloco 59 do campus-sede, que no térreo abriga a sede administrativa e os espaços de coworking do Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação da universidade, o TecnoUCS.

Criada há um ano, a Marcopolo Next é voltada para o futuro da mobilidade, desenvolvendo serviços e sistemas inteligentes que facilitem o deslocamento e a conexão das pessoas. As áreas de atuação são serviços, mobilidade e sistemas. Por meio da Marcopolo Next, a companhia expande a sua atuação com projetos envolvendo novas tecnologias, novos sistemas de mobilidade e novos modais, como elétrico e metroferroviário, além dos ônibus.

Já a Marco Zero nasceu como parte da estratégia de atrair e adotar inovações, aproximar-se de novos mercados e fomentar a inovação aberta, se integrar a startups, aceleradoras, hubs, investidores e grupos estratégicos.

“Aqui já estamos na Marcopolo do futuro, com a UCS, uma parceira de muito tempo, junto em mais uma iniciativa inovadora", salientou James Belini, CEO da Marcopolo.

“Nos nossos programas de mestrado e doutorado, da pesquisa, produzimos muito conhecimento, mas quem transforma conhecimento em produto para o mercado são as empresas, por isso precisamos trabalhar juntos, nessa visão contemporânea. Esperamos que nos tragam os problemas, desafiem nossos pesquisadores”, complementou Evaldo Kuiava, reitor da Universidade de Caxias do Sul