Caxias do Sul 30/10/2020

IMAGINE se John Lennon estivesse vivo: faria 80 anos!

Ex-Beatle, assassinado em 1980, faria aniversário neste 9 de outubro de 2020
Produzido por Marcos Fernando Kirst, 08/10/2020 às 18:22:20
IMAGINE se John Lennon estivesse vivo: faria 80 anos!
Foto: DIVULGAÇÃO

POR MARCOS FERNANDO KIRST

Se os fatos da vida tivessem corrido de maneira diversa da que realmente se deram, estaríamos celebrando, neste 9 de outubro de 2020, o aniversário de 80 anos de vida de uma das maiores celebridades do cenário pop que o mundo já produziu: John Lennon.

Obrigados a nos vergar aos fatos, o que podemos celebrar são as oito décadas de seu nascimento, impossibilitados de evitar a lembrança da dor pela perda prematura do ídolo, ceifado da vida pelas balas de um maníaco cujo nome não se escreve e nem se pronuncia, evitando dar-lhe a projeção que desejava ao cometer a barbárie sem sentido, em 8 de dezembro de 1980, defronte ao edifício Dakota, em Nova York, onde John residia com sua esposa Yoko Ono e seu filho Sean Ono Lennon, então com cinco anos.

Hoje, o período de tempo que transcorreu de sua vida se iguala ao período de tempo em que o mundo lamenta sua ausência entre nós: 40 anos. A pergunta que todo o admirador de sua obra insiste em fazer é, se nesse ideal mundo paralelo em que John Lennon não foi assassinado, com quais e quantas mais obras magníficas ele nos teria brindado nesse tempo todo em seu processo de contínuo amadurecimento artístico e musical?

Podemos acompanhar isso com as carreiras longevas de dois de seus ex-parceiros de Beatles: Paul McCartney (ativo em seus 78 anos de vida comemorados em junho, confira AQUI) e Ringo Starr (também ativo em seus 80 anos de vida celebrados em julho, confira AQUI). George Harrison morreu em 2001 aos 58 anos, de câncer, também cedo demais. No que se refere ao espólio artístico de John e George, só nos resta é revisitar incansavelmente as pérolas que produziram, o que, aliás, não é nada pouco, nada enfadonho, nada triste.

John Lennon se assenta na história da humanidade por diversas portas de entrada. Entre elas, talvez a principal, a responsabilidade por fundar (e batizar) os Beatles em 1958, a banda de rock mais importante do planeta. Ele era o líder de uma banda de Liverpool (Inglaterra) de skiffle (gênero que mescla folk com jazz e blues) chamada “The Quarrymen”, e admitiu a entrada do jovem Paul McCartney, que trouxe seu amigo George Harrison. John agregou seu colega e amigo Stuart Sutcliffe, admitiu o baterista Pete Best (Ringo entraria em seu lugar depois, em 1962, para a gravação do primeiro álbum da banda), desligou-se dos antigos membros do Quarrymen e surgiram os Beatles, revigorando o rock and roll para sempre.

Depois dos Beatles (que se desfizeram em 1970), John Lennon, nos dez anos que ainda lhe restavam até 1980, legou ao mundo uma discografia solo composta por oito álbuns de estúdio (o último, póstumo, lançado quatro anos após sua morte, em 1984). Neles, figuram algumas canções que se imortalizariam nos corações de seu público, eterno e constantemente renovado, como “Imagine”, “Mother”, “Power to the people”, “Jealous guy”, “Woman is the nigger of the world”, “Cold turkey”, “Mind games”, “Bring on the Lucie”, “Only people”, “I know”, “Whatever gets you trough the night”, “Starting over”, “Watching the wheels”, “Woman” e tantas outras.

Obrigado, John!

Para recordar algumas de suas canções, SENTE OS SONS a seguir:

IMAGINE

BRING ON THE LUCIE


WATCHING THE WHEELS

WOMAN

STARTING OVER